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Foto: Divulgação
O vereador Roberto de Jesus cometeu abuso de autoridade ao usar a polícia militar para conduzir o comerciante e funcionário público Carlos Magne Monteiro, o Maguinho, para a delegacia após discussão num grupo de WhatsApp.
A opinião é do advogado Luciano Régis, ouvido pelo jornalismo da Litoral FM. Ele avalia que o vereador se aproveitou do fato de ser policial militar para extrapolar. O advogado lembra que uma pessoa comum não conseguira mobilizar uma viatura da PM para conduzir alguém a DP por se sentir ofendida numa discussão no grupo de WhatsApp.
Luciano Régis vê, ainda, na atitude de Jesus, uma tentativa de intimidar e calar os críticos. O advogado frisa que ninguém vai criticar o vereador sabendo que poderá ter a polícia na porta e parar na delegacia, vítima de constrangimento e avalia que a acusação de “prevaricação” é descabida.
— O servidor público municipal não tem o dever legal de combater o jogo do bicho, logo se ele sabe que alguém participa ou patrocina a contravenção, não comete prevaricação ao não denunciar. O que me chamou a atenção foi a mobilização da PM para resolver um problema privado. Será que a viatura não seria mais útil patrulhando a cidade? – Questiona o advogado.
Luciano Régis ressalta que o vereador deveria ter seguido outro caminho: registrar a ocorrência e representar criminalmente contra o comerciante e buscar a reparação cível na justiça caso tenha se sentido atingido. A condução, reitera o advogado, foi equivocada.