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Imagem meramente ilustrativa e não é do acidente da data especificada neste artigo. Foto: Google
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou em nota, que o vazamento na plataforma de Enchova, na Bacia de Campos, na madrugada desta sexta-feira, comprova as péssimas condições de operação e trabalho implantadas pela empresa e lembra que este é o segundo acidente do tipo em menos de um mês.
Em 17 de janeiro, houve vazamento também na plataforma P-65, no campo de Pampo, também adquirido pela Trident da Petrobrás. A FUP privatização de ativos de produção de petróleo e gás natural que a Petrobrás vem promovendo sistematicamente, não apenas na Bacia de Campos, mas em outras regiões do país, representa um aumento substancial dos riscos para o meio ambiente.
A Federação lembra que desde o início do chamado “processo de desinvestimentos” promovido pela atual gestão da Petrobrás, vêm denunciando que os novos proprietários – grande parte deles sem qualquer experiência com as operações do setor de óleo e gás – tem promovido cortes drásticos de pessoal e de investimentos em segurança que colocam em risco as unidades, os trabalhadores e a população em geral.
O vazamento de água oleosa foi detectado, na madrugada dessa quinta-feira (11), na Plataforma Central de Enchova 1 (PCE-1), no mar da Bacia de Campos. A plataforma é operada pela Trident Energy.
A empresa em nota estima que um volume de 0,25 metros cúbicos tenha atingido o mar. A companhia prontamente enviou embarcações para o local, com o objetivo de conter e recolher o óleo. Os órgãos responsáveis já foram comunicados do incidente.
A Trident, ainda na nota, diz “estar comprometida com a proteção do meio ambiente, das pessoas, das nossas operações, de forma a contribuir para o desenvolvimento sustentável por meio de uma gestão responsável de riscos e impactos ambientais”.