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A superintendente LGBT da Prefeitura de Cabo Frio, Bárbara Barroso, usou uma expressão racista — “samba da crioula doida” — para criticar gestões anteriores que, segundo ela, mantinham na Superintendência um número excessivo de funcionários, muitos deles fantasmas.
Bárbara aparece visivelmente contrariada em um vídeo no qual critica, sem citar nomes, o ativista Rodolpho Campbell e o Grupo Iguais, que vêm acusando o governo de Sérgio Azevedo, o Doutor Serginho, de “sequestrar” a Parada LGBTI+ — evento promovido pelo grupo por duas décadas.
Bárbara acusa o Grupo Iguais de criticar a versão governamental da parada por ter perdido o acesso a recursos públicos. Ela também alega que o movimento não prestou contas das verbas repassadas. Rodolpho Campbell nega as acusações e rebate as declarações da superintendente, esclarecendo que a Prefeitura sempre apoiou o evento com infraestrutura e que só houve repasse financeiro nos últimos dois anos — com a devida prestação de contas realizada.