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Foto: Reprodução/Redes Sociais
O vereador Vanderson Bento foi ironizado nas redes sociais por sindicalistas e profissionais da educação depois de atacar a categoria ontem na Tribuna da Câmara municipal.
O vereador acusou o SEPE, de ser o maior disseminador de Fake News da cidade e profissionais da educação de receber salários de marajá e não trabalhar.
Vanderson se irritou com o coordenador do sindicato, Augusto Rosa, que ocupou a Tribuna da Câmara e disse que escola não é shopping ao criticar o movimento de empresários da rede particular que defendem a volta às aulas em meio a pandemia.
O vereador não gostou da colocação e, além de chamar os dirigentes do sindicato de “pelegos”, disse que muitos profissionais da educação recebem salários de R$ 20 mil Reais para não trabalhar.
Sindicalistas, mais tarde, ironizaram o vereador nas redes sociais, ao lembrar que quem foi preso por rachadinha não pode chamar professor de vagabundo.
A categoria se referia a do ex-deputado estadual Silas Bento e do filho, o então candidato a vereador na cidade, Vanderson Bento, em outubro do ano passado, em meio a campanha eleitoral, na operação “In Nomine Patris”. De acordo com a denúncia, Silas implementou um esquema de “rachadinha” em seu gabinete contando com a participação da funcionária Taissa Saldanha Alves, que repassava parte dos valores que recebia a Vanderson.
De acordo com as investigações, Silas nomeou Taissa em janeiro de 2017 com a condição de que a funcionária não precisaria comparecer ao seu gabinete e repassaria ao deputado mensalmente, por meio de Vanderson, R$ 10 mil de um salário aproximado de R$ 11 mil. Durante os meses em que esteve nomeada como assessora parlamentar, de janeiro de 2017 a novembro de 2018, Taissa desviou, em proveito próprio e dos outros dois denunciados, dinheiro público consistente em sua remuneração recebida pela Alerj, causando, em consequência de sua conduta, um prejuízo ao erário de R$ 249.840,12. Os três foram denunciados por organização criminosa e peculato. Já Silas foi denunciado também por lavagem de dinheiro e extorsão. Pai e filho ficaram presos de 23 de outubro a 4 de novembro quando a desembargadora Denise Vaccari Machado Paes, da Quinta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, aceitou pedido de Habeas Corpus da defesa.