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Foto: Google
Os profissionais da educação de Búzios decidiram, ontem, em assembleia online, encerrar a Greve Pela Vida e manter o estado de greve, depois de 422 dias de paralisação.
A Greve Pela Vida teve início no dia 8 de junho do ano passado, depois que o governo do então prefeito André Granado, convocou a categoria, através de um aplicativo de mensagem, para o retorno ao trabalho presencial em meio a pandemia do novo coronavírus.
Os educadores reivindicam, desde então, condições apropriadas de segurança sanitária e infraestrutura, além de Equipamentos de Proteção Individual adequados, e a adoção de políticas públicas para o controle da pandemia.
A direção do sindicato achegou a acusar o governo de Alexandre Martins de insistir em manter uma política classifica de “irresponsável” de retorno presencial sem condições, devido a precária infraestrutura das escolas e ao não fornecimento de EPIS adequados para proteção aos trabalhadores da educação.
PROTOCOLO – A direção do Sepe Lagos está elaborando uma proposta de protocolo sanitário para a rede municipal de Cabo Frio, em parceria com a Frente em Defesa da Educação Pública de Juiz de Fora (MG), da qual participam educadores e pesquisadores da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), e com colaboração também de integrantes do Grupo de Trabalho Multidisciplinar para o enfrentamento da COVID-19.
Em Cabo Frio a proposta já está em discussão com a Secretaria Municipal de Educação e a intenção do Sindicato é que o protocolo seja adotado por Búzios e Arraial do Cabo. As propostas elaboradas pela entidade estão adequadas às evidências científicas mais recentes sobre o novo coronavírus e suas variantes e responde de maneira mais eficiente à realidade concreta das escolas da rede pública.