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Foto: Divulgação Prolagos
O presidente da Prolagos, Sérgio Braga, invocou o direito de permanecer em silêncio e de não prestar compromisso durante depoimento à CPI da Assembleia Legislativa que apura o despejo de resíduos químicos na lagoa de Araruama.
Braga, entretanto, só usou a prerrogativa ao ser questionado sobre ações na justiça em que a empresa é acusada de despejar rejeitos de alumínio na represa de Juturnaíba.
O presidente disse que a empresa já tem um projeto para implantação da rede separadora de esgoto que depende da aprovação da AGENERSA. Sérgio Braga alertou que a extinção da cobrança da tarifa mínima vai aumentar o preço da água e revelou que a empresa apresenta em abril, um amplo estudo sobre a Lagoa para acabar com o “achismo” em torno do problema.