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A prefeita de Araruama, Lívia Bello, a Lívia de Chiquinho, ignorou a paralisação dos servidores do município ontem e a pressão do sindicato para que o governo abrisse negociações e debatesse o reajuste salarial, cartão alimentação, insalubridade, além do assédio moral.
O presidente do sindicato dos servidores, Luis da Saúde, disse no início da noite de ontem que não houve qualquer aceno por parte do governo após a paralisação e a passeata. O sindicalista lembrou que o funcionalismo está com os salários congelados, sem reajuste, desde 2007.
Segundo ele, o governo deve ao magistério 48,19% de reajuste, mas anuncia aumento de apenas 14%, dividido em duas vezes: 7% este ano e 7% em 2024. Luis lembrou ainda que a maioria não recebe o cartão alimentação. O governo de Lívia também não paga insalubridade a servidores que atuam em atividades de risco.