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Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Olympio Pereira da Silva Junior, foi o autor da denúncia que o jornalista Alexandre Garcia repercutiu na imprensa sobre uma suposta tentativa de um hospital de Cabo Frio fraudar estatísticas do coronavírus.
O ministro postou a denúncia numa rede social, onde questiona a quarentena, minimiza o avanço do COVID-19 e afirma que os hospitais estão vazios, jogados às moscas.
Olympio Júnior conta que o neto foi levado a um hospital da cidade, que ele não revela o nome, com uma crise de sinusite e a médica tratou o caso como suspeita de coronavírus.
Olympio Junior prometeu apresentar queixa crime contra a médica e contra o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos. Ele classificou a conduta da médica de terrorismo por provocar terror e pânico generalizado.O ministro diz que está claro para ele, que estão querendo colocar a população contra o Governo Federal que afirma não haver essa urgência, que o comércio pode funcionar porque os Estados maximizam a situação levando pânico ao povo. Estão querendo, de acordo com Olympio Junior, derrubar Bolsonaro.
Leia a postagem do ministro na íntegra:
“Há muito venho escutando uma conversa e assistindo alguns filmes, mostrando os Hospitais completamente vazios. Dois deles me surpreendeu: o HRAN/BSB e a SANTA CASA/JUIZ DE FORA, além de alguns outros no Rio de Janeiro.
Como pode a cidade estar tomada pelo vírus, a população em casa de quarentena, e os Hospitais vazios. Ninguém mais teve um enfarto, ninguém quebrou a perna, foi atropelado, levou um tiro. Ontem, meu neto teve que ser levado, à noite, a um hospital aqui em Cabo Frio (até um bom Hospital), pois estava com problema de sinusite. Após alguns exames (sangue, radiografia etc… tudo com rapidez e eficiência, pois como disse o Hospital estava às moscas) constatou-se que era realmente uma sinusite com os seios da face bastantes inflamados.
Feito o diagnóstico (que diga-se de passagem o neto já teve esse incômodo por diversas vezes) foi prescrito alguns remédios. Ao final da consulta, aí é que entra a parte assustadora, a enganação, a fraude objetivando a desmoralização do governo Federal e consequentemente do Presidente Bolsonaro. Repetindo: Ao final da consulta a Dra. passou para nós um papel e pediu nossa assinatura, onde dizia que aquele atendimento era com referência ao coronavírus e nos deu 15 dias de quarentena. Olha que loucura.
O atendimento não teve nada com Corona. Eu estou seno enganado, o povo está sendo enganado acreditando que tenho que ficar em casa, trancafiado, sem comprar nada, sem ir ao Banco, porque, se não tem ninguém nos Hospitais? Está agora bastante claro que estão querendo nos colocar contra o Governo Federal que afirma não haver essa urgência, que o comércio pode funcionar. Porque os Estados maximizam a situação levando pânico ao povo.
Hoje à tarde, ou até segunda-feira, vou reunir documentos e estarei propondo uma queixa crime contra a médica que solicitou que assinássemos a guia e contra o Secretário Estadual de Saúde que determinou tal medida. Isso é terrorismo pois provoca terror e pânico generalizado… biológica ou radioativa, ou outro meio capaz de causar danos ou promover destruição. Peço a todos que por ventura venham a precisar do serviço hospitalar e não assinem guia alguma se o atendimento não for referente ao Corona vírus.
Estão nos fazendo de trouxa. Estão querendo derrubar o Bolsonaro. Estão cometendo crime.”