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Foto: Reprodução
O movimento SOS HOTÉIS CABO FRIO reagiu com indignação a resposta da prefeitura ao estudo para a reabertura de hotéis e ao pedido de criação de linha de crédito para socorrer o setor.
O governo classificou o estudo de superficial e disse que o período de abertura de linha de crédito para o setor mostra o desconhecimento da situação econômica da cidade.
Os empresários lamentaram o tom da nota, acusaram o governo de não apresentar as contas públicas e lembraram que o movimento tem buscado o diálogo diante da situação das empresas, fechadas e sem faturamento há mais de 70 dias.
Leia a Nota do governo:
“A Prefeitura de Cabo Frio informa que recebeu uma compilação de dados aleatoriamente dispostos, sendo apenas uma apresentação superficial do quadro econômico, além de considerações sobre o estado da crise e das medidas com base no senso comum e em opiniões de ordem parcial. Os pleitos mostram profundo desconhecimento da situação econômica e administrativa do município.
A Prefeitura esclarece novamente que não há possibilidade de oferta de linhas de crédito. A abertura econômica já está sendo estruturada a partir do novo Plano de Controle e Ação da Prefeitura, com indicadores atualizados e consistentes.
Os demais protocolos de conduta, como os dos meios de hospedagem, já foram preparados e estão sendo validados pela Secretaria de Turismo em trabalho conjunto com a coordenação de hotelaria do Convention Visitors Bureau de Cabo Frio, entidade que congrega todas as atividades do trade turístico.
Por fim, a Prefeitura esclarece que sempre está aberta para conversas com o segmento para a construção participativa do plano de reativação econômica do município, que leva em contas medidas para garantir a saúde da população cabofriense e evitar a disseminação da doença.”
Empresários reagem através de nota. Leia a integra:
“O movimento SOS HOTÉIS DE CABO FRIO lamenta os argumentos apresentados pelo Governo Municipal através de nota, ao invés do diálogo franco.
Os dados constantes no estudo apresentado são oriundos das informações oficias prestadas pela própria Prefeitura Municipal.
Realmente, não temos conhecimento da real situação econômica da cidade, visto que estas informações também não são disponibilizadas claramente pelos órgãos responsáveis. Mas temos total certeza da situação econômica de nossas empresas, fechadas e sem faturamento há mais de 70 dias.
Nosso movimento é social e legítimo, sem ligações políticas ou com entidades de classe.
O amplo diálogo característico do Estado Democrático de Direito não deve se resumir a conversas apenas com uma ou outra entidade, mas com a sociedade civil como um todo.
Continuamos à disposição para dialogarmos e encontrarmos juntos a melhor solução.”