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Foto: Getty Images
Uma campanha da Fecomércio alerta para os prejuízos que a compra de produtos de procedência ilegal impõe na economia e nos empregos no Estado.
O objetivo é conscientizar os consumidores que vão as compras em dezembro. A FECOMERCIO estima em R$ 822 milhões o prejuízo para a economia do Estado ano passado provocada pelo comércio de produtos de origem duvidosa.
Uma pesquisa da federação revelou que 26% dos entrevistados admitiu ter comprado algum produto irregular ano passado, percentual que equivale a três milhões de pessoas.
Entre os fluminenses, 60,6% dos entrevistados entendem que a compra de produtos de origem duvidosa prejudica a economia, oferecendo, para 61,2% dos consultados, uma concorrência desleal ao comércio formal.
Os impactos negativos não se restringem ao comércio, grande gerador de empregos e arrecadador de impostos, mas à vida de todos os cidadãos.
“O comércio ilegal exerce forte impacto na área de segurança pública. Mercadorias vendidas clandestinamente nas ruas têm origem em ações criminosas, muitas com uso de violência, como roubos de carga e roubos de ruas. São também fontes de recursos para fortalecer o crime organizado. Portanto, quando combatemos o comércio ilegal, estamos contribuindo para o enfraquecimento de grupos criminosos e a redução da incidência criminal”, afirma a porta-voz da Secretaria de Estado de Polícia Militar, Tenente-Coronel Gabryela Dantas.