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<span style=”background-color: #eee; font-size: 10pt;”>Foto: Reprodução / Internet</span>
A reabertura do UNILAGOS, em Cabo Frio, para atendimento de pacientes da Baixada Litorânea vítimas da COVID 19, vai custar aos cofres do Estado, pelo período de três meses, pouco mais de R$ 17 milhões e 300 mil Reais.
O valor é seis vezes maior que o gasto pela prefeitura de Cabo Frio com a unidade, pelo período de quatro meses, entre abril e julho do ano passado, segundo documentos enviados a Câmara pelo então prefeito Adriano Moreno.
O secretário de Estado de Saúde, Alexandre Otávio Chieppe repassou esta semana, R$ 17.312.518,02 para a secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, do deputado licenciado Sérgio Luiz Costa Azevedo, o Doutor Serginho, responsável pela reabertura da unidade.
ADRIANO: “ESSA TURMA TINHA QUE SER PRESA”
O ex-prefeito de Cabo Frio, Adriano Moreno, rompeu o silêncio para classificar de “brincadeira de mau gosto” o anúncio de que a reabertura do UNILAGOS, em Cabo Frio, pelo Estado vai custar pouco mais de R$ 17 milhões de Reais.
O ex-prefeito lembrou que colocou a unidade em funcionamento com 71 leitos, sendo 21 de Terapia Intensiva com respiradores, através de requisição administrativa – uma espécie de intervenção – com custo infinitamente menor.
Adriano, sem citar o deputado licenciado Sérgio Luiz Costa Azevedo, o Doutor Serginho, FOI TAXATIVO.
— Essa turma tinha que ser presa, declarou.
O repasse de R$ 17 milhões para a secretaria de ciência e Tecnologia foi publicado na edição de quarta-feira do Diário Oficial do Estado.
EX-VEREADOR EXPÔS OS NÚMEROS
Os gastos da prefeitura de Cabo Frio, no governo Adriano Moreno com o Unilagos no período de quatro meses totalizaram R$ 2,6 milhões, segundo documentos encaminhados pelo então prefeito a Câmara, após requerimentos, ofícios e cobranças do então vereador Rafael Peçanha na Tribuna.
Os documentos estão disponibilizados na página do ex-vereador no Facebook. Os documentos revelavam os seguintes gastos: aluguel de equipamentos: R$ 489 mil. Aluguel de ambulâncias: R$ 322.200,00. Transporte de pequenas cargas: R$ 218.880. Servidores: R$1,5 milhão. Aluguel de gerador: R$20.700, porém, o contrato fala em até R$41.400,00 (+R$20.700). Aluguel de roupa de cama e acessórios para UTI: R$ 41.400. Segunda contratação de serviços de pequenas cargas: R$ 54.720,00.
Os documentos comprovam o gasto total no período de R$2.667.300,00 (dois milhões seiscentos e sessenta e sete mil e trezentos Reais) por quatro meses, ou seja, R$ 666.825,00 (seiscentos e sessenta e seis mil, oitocentos e vinte e cinco Reais) por mês.
Rafael na ocasião lembrou que a relação com a Unilagos se deu através de requisição administrativa (Constituição Federal, art. 5, inciso XXV), que abre brecha para uma compensação financeira da prefeitura à empresa após o fim da pandemia.