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Foto: Reprodução
Os trabalhadores da educação de Búzios decidiram, em Assembleia, manter a greve pela vida contra a retomada das aulas presenciais e acusaram o governo do prefeito Alexandre Martins de perseguir a categoria e cortas salários.
A categoria também acusa a secretária de educação de se recursar a fornecer Equipamentos de Proteção Individual e exige que o governo implemente políticas públicas emergenciais para garantir condições de segurança sanitária.
Segundo o sindicato, depois de mais de 1 ano e 3 meses de pandemia, a prefeitura não fez nada para garantir o direito à educação, mas determinou o corte nos salários de junho dos dias de trabalho presencial entre janeiro e abril.