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Foto: Divulgação
O número de casos de COVID-19 voltou a crescer no Estado e apesar de as solicitações de leitos ainda serem baixas a Secretaria de Estado de Saúde acionou o plano de contingência e já reverteu 30 leitos de enfermaria e 10 de UTI no Hospital Estadual Ricardo Cruz.
O novo Panorama COVID com dados da semana de 29 de maio a 5 de junho revela que os atendimentos a casos de síndrome gripal nas UPAs aumentaram 14% em relação à semana anterior. A média foi de 489 atendimentos, sendo 256 de pediatria.
A taxa de positividade continua em tendência de cresci-mento. Na última semana, foram realizados, em média, 10 mil testes por dia, sendo a positividade de 28%.
As unidades básicas de Saúde e as UPAS nos 92 municípios do Estado devem manter teste rápido de antígeno para todos os casos de síndrome gripal. A orientação está em nota técnica encaminha as prefeituras pela secretaria de Estado de Saúde.
O objetivo da medida é tornar o diagnóstico acessível a todos que procurarem os serviços de saúde pública e manter o monitoramento do cenário epidemiológico da Covid-19 no estado.
A realização do exame permite que, nos casos confirmados, as medidas de contenção sejam adotadas, evitando a transmissão da doença. A secretaria recomenda isolamento de sete a dez dias em caso de teste positivo para doença.
O movimento anti-vacina cresce no Estado do Rio na mesma proporção que caem os números de crianças vacinadas, segundo apontou levantamento da Gerência de Imunizações da Secretaria de Estado de Saúde.
Os dados revelam uma grande redução nas coberturas de todas as vacinas do calendário infantil. A BCG, contra a tuberculose, ano passado. Foi aplicada em 68,74% dos bebês do Estado. A cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, contra caxumba, sarampo e rubéola, ano passado foi de 73,09%. A cobertura da segunda dose foi de 51,39%.
Com relação à pólio, ano passado, o esquema primário, em menores de um ano, teve uma cobertura de apenas 69,46%. A primeira dose de reforço não passou de 59,36%