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Foto: Divulgação
O DJ Kakal, acusado de ser um dos agressores de um guarda municipal de Cabo Frio nas proximidades da rodoviária, domingo, negou participação no episódio, disse que apenas testemunhou o caso e disse que foi ameaçado por guardas ao chegar na delegacia de Cabo Frio naquela noite.
O DJ classificou de “fake news” as reportagens veiculadas sobre o caso e considerou xenofobia a tentativa de pôr sites sensacionalistas da região de transformar o caso num ataque terrorista. Kakal é filho de pai paquistanês.
A advogada do DJ, Cris Mansur, diz não houve espancamento, mas uma briga entre o guarda e um dos amigos do DJ e que a confusão continuou nas proximidades da Vilarejo onde o guarda recebeu apoio e um dos rapazes chegou a desmaiar depois de receber um mata-leão e golpes de cassetete.