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CASO LÉO PINHEIRO - Defesa aponta falhas na investigação do crime e diz que PM é inocente - Rádio Litoral FM


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CASO LÉO PINHEIRO – Defesa aponta falhas na investigação do crime e diz que PM é inocente

A defesa do polícial militar Alan Marques de Oliveira, acusado de matar o proprietário da página do Facebook “A Voz Araruamense” Leonardo Soriano Pinheiro, o Léo Pinheiro, apontou ume série de falhas na investigação do crime. Os advogados Filipe Roulien e Patrick Berriel, dizem que as investigações foram direcionadas para incriminar o policial mas, garantem, vão provar que Alan é inocente.
A principal testemunha da acusação – o pedreiro que trabalhava na casa de Cleisener Vinício Brito e que alegou ter ouvido dizer que os réus foram os autores do crime – é mais um argumento da defesa no momento em que processo chega à fase de alegações finais.
O pedreiro ainda não foi encontrado para depor como testemunha durante o julgamento e segundo informações do processo ele tem o costume de desaparecer. A defesa diz que o delegado, ao direcionar a investigação para os acusados, deixou de averiguar o histórico de vida de Léo que, segundo o processo, possui diversas desavenças, chegando, inclusive a ser acusado de ameaça.
A tese do Ministério Público, de que o crime teve motivação política devido à candidatura da esposa do policial militar ao cargo de vereadora de Araruama, não se sustenta, de acordo com a defesa.““Segundo o MP, Alan teria executado Léo Pinheiro para que a mulher alcançasse maior coeficiente eleitoral mas os advogados explicam, no entanto, que a esposa do policial não integrava a mesma legenda da vítima. Eles lembram que, de acordo com a última reforma eleitoral, os candidatos a vereadores concorrem com os demais do mesmo partido e não com os integrantes das outras legendas partidárias. Portanto, a candidatura da vítima não afetaria em nada a obtenção de mais ou menos votos por parte da esposa de Alan.“““O Processo está em fase de alegações finais e o Ministério Público não conseguiu lograr êxito na imputação, visto a confirmação de que as provas alegadas contra o policial militar não procedem.” diz Filipe Roulien.“““Durante as investigações foi possível verificar que foram desprezadas diversas linhas investigatórias que poderiam levar até a real autoria do crime. O caso será mais bem explanado nas alegações da defesa, que ainda estão no prazo para apresentação.”, promete o advogado Dr. Patrick Berriel.

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