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Foto: Reprodução/TV Globo
Os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo DIEESE, indicaram que, em janeiro, os preços dos alimentos aumentaram em 13 capitais pesquisadas.
Tomate (23,04%), batata (8,53%), açúcar refinado (6,87%), banana (3,96%), farinha de trigo (2,14%), carne bovina de primeira (1,55%), manteiga (0,75%), óleo de soja (0,37%) e leite integral (0,19%) foram os produtos que registraram maior aumento.
Já os preços do café em pó (-3,14%), feijão carioquinha (-0,85%), arroz agulhinha (-0,21%) e pão francês (-0,14%) tiveram redução de preço em janeiro em relação a dezembro.
Em São Paulo, capital onde a cesta apresentou o maior preço, o custo ficou em R$ 654,15, com alta de 3,59%, na comparação com dezembro de 2020. Em 12 meses, o valor do conjunto de alimentos subiu 26,40%.
O DIEESE estima que o salário mínimo necessário diante do preciso da certa básica em janeiro deveria ser de R$ 5.495,52, o que corresponde a 5 vezes o mínimo de R$ 1.100,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.
Gasolina, diesel e gás de cozinha estão mais caros desde a zero hora de hoje. O aumento foi anunciado ontem pela Petrobras.
A gasolina teve aumento médio de 8,2%. No caso do diesel, o reajuste foi de 6,2%. O gás de cozinha aumentou 5,1%.