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Brasil tem 900 mil casos de HIV e contaminação caiu 7% no ano passado - Rádio Litoral FM


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Brasil tem 900 mil casos de HIV e contaminação caiu 7% no ano passado

Foto: Divulgação

O Brasil tem 900 mil casos de HIV positivo e 642 mil pessoas em tratamento. Os dados são do Ministério da Saúde, que informou nesta terça-feira, Dia Mundial de Combate a AIDS, que o número de casos da infecção registra queda de 7% ano passado em relação a 2018. O número de novos casos na América Latina, entretanto, aumentou 21% desde 2010, com aproximadamente 120 mil novas pessoas infectadas em 2019.
O número de casos é maior entre homens nas faixas etárias de 35 a 39 anos e 40 e 44 anos. Entre mulheres a maior incidência de casos foi registrada nas faixas de maior entre 40 e 44 anos e 45 a 49 anos.
Rio Grande do Sul, Pará, Amazonas e Roraima são os Estados com maior número de casos de acordo com o levantamento apresentado nesta terça-feira pelo Ministério da Saúde.
O número de novos casos de HIV na América Latina aumentou 21% desde 2010, com aproximadamente 120 mil novas pessoas infectadas em 2019.
A informação é da Organização Pan-Americana da Saúde. que alerta: 23% das pessoas com HIV na América Latina desconhecem sua infecção e aproximadamente um terço é diagnosticada tardiamente, com a doença avançada.
Na América Latina, existem cerca de 2 milhões de pessoas com HIV. Em razão do Dia Mundial de Luta contra a Aids, hoje, a UNAIDS lançou a campanha “Em suas mãos. Faça o auto teste: onde quiser, quando quiser” para aumentar a conscientização sobre a disponibilidade do auto teste.
MUNDO – O HIV continua sendo um grande problema de saúde pública mundial, com uma carga de mais de 33 milhões de mortes até o momento. No entanto, com o aumento do acesso à prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados eficazes, inclusive para infecções oportunistas, a infecção pelo HIV tornou-se uma condição de saúde crônica gerenciável, permitindo que as pessoas que vivem com vírus tenham uma vida longa e saudável.
Estima-se que existem 38 milhões de pessoas vivendo com HIV até o fim de 2019.
Como resultado dos esforços internacionais combinados para responder ao HIV, a cobertura dos serviços tem aumentado continuamente. Em 2019, 68% dos adultos e 53% das crianças vivendo com HIV em todo o mundo estavam recebendo terapia antirretroviral.
A maioria (85%) das mulheres grávidas e lactantes que vivem com HIV também recebeu a terapia antirretroviral, capaz não só de proteger sua saúde, mas garantir a prevenção da transmissão do HIV aos recém-nascidos.
Devido às lacunas nos serviços de HIV, 690 mil pessoas morreram de causas relacionadas ao HIV em 2019 e 1,7 milhão de pessoas foram infectadas.
A OMS define populações-chave como pessoas em populações que estão em maior risco de HIV em todos os países e regiões, incluindo homens que fazem sexo com homens; pessoas que usam drogas injetáveis; pessoas em presídios e outros ambientes fechados; trabalhadoras(es) do sexo e seus clientes; e pessoas trans.
O aumento da vulnerabilidade ao HIV está frequentemente associado a fatores legais e sociais, o que aumenta a exposição a situações de risco e cria barreiras para o acesso a serviços de prevenção, testagem e tratamento eficazes, de qualidade e acessíveis.
O HIV pode ser diagnosticado por meio de testes de diagnóstico rápido que podem fornecer resultados no mesmo dia. O teste rápido e os auto testes facilitaram muito o diagnóstico e a ligação com o tratamento e os cuidados.
Não há cura para a infecção pelo HIV. No entanto, medicamentos antirretrovirais eficazes podem controlar o vírus e ajudar a prevenir a transmissão para outras pessoas.
No final de 2019, cerca de 81% das pessoas que vivem com HIV sabiam de sua condição; 67% estavam recebendo terapia antirretroviral e 59% haviam atingido a supressão viral, sem risco de infectar outras pessoas.
No final de 2019, 25,4 milhões de pessoas acessavam a terapia antirretroviral.
Entre 2000 e 2019, as novas infecções pelo HIV caíram 39% e as mortes relacionadas ao HIV caíram 51%, com 15,3 milhões de vidas salvas graças à terapia antirretroviral. Essa conquista foi o resultado de grandes esforços dos programas nacionais de HIV apoiados pela sociedade civil e parceiros internacionais de desenvolvimento.

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