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Silas se diz vítima de "perseguição implacável" e de "imprevistos" - Rádio Litoral FM


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Silas se diz vítima de “perseguição implacável” e de “imprevistos”

Foto: Reprodução/Facebook

O ex-deputado Silas Bento, se pronunciou pela primeira vez, desde que deixou a prisão, acusado de implantar um esquema de “rachadinha” no gabinete da ALERJ.
Silas, que responde, por corrupção, lavagem de dinheiro e extorsão, disse que é vítima de uma ´perseguição implacável dos adversários.
Na mensagem dirigida ao que ele chama de Grupo Bento e aos correligionários do filho, Vanderson, acusado de envolvimento no esquema de desvio, Silas ressalta que todos estamos sujeitos a imprevistos terríveis.
O CASO – Silas e o filho, o candidato a vereador Vanderson Bento, foram presos no dia 23 de outubro na operação “In Nomine Patris”. De acordo com a denúncia, Silas implementou um esquema de “rachadinha” em seu gabinete contando com a participação da funcionária Taissa Saldanha Alves, que repassava parte dos valores que recebia a Vanderson.
Os mandados requeridos pelo GAECO/MPRJ foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio, que também determinou que Taissa compareça mensalmente ao juízo para informar e justificar suas atividades, se abstenha de manter contato com Silas e Vanderson, e não se ausente de Cabo Frio por prazo superior a 10 dias.
Segundo a denúncia, Silas nomeou Taissa em janeiro de 2017 com a condição de que a funcionária não precisaria comparecer ao seu gabinete e repassaria ao deputado mensalmente, por meio de Vanderson, R$ 10 mil de um salário aproximado de R$ 11 mil.
Durante os meses em que esteve nomeada como assessora parlamentar, de janeiro de 2017 a novembro de 2018, Taissa desviou, em proveito próprio e dos outros dois denunciados, dinheiro público consistente em sua remuneração recebida pela Alerj, causando, em consequência de sua conduta, um prejuízo ao erário de R$ 249.840,12.
Os três foram denunciados por organização criminosa e peculato. Já Silas foi denunciado também por lavagem de dinheiro e extorsão.

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