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Foto: José Cruz/Agência Brasil
A cúpula do Governo do Estado do Rio caiu nesta sexta-feira. O governador Wilson Witzel foi afastado do cargo, o pastor Everaldo Pereira, um os nomes mais influentes do governo foi preso e o vice, Cláudio Castro, foi alvo de busca e apreensão.
O governador foi afastado por decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça. Todos estariam envolvidos, segundo a acusação, em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
A operação, batizada de “Tris in Idem,” é desdobramento da Placebo. O nome da operação é uma referência ao fato de se tratar do terceiro governador do estado que se utiliza de esquemas ilícitos para obter vantagens indevidas.
Deputados estaduais podem ter se beneficiado de dinheiro público desviado de sobras dos duodécimos do Poder Legislativo de acordo com as investigações que derrubaram a cúpula do Governo do Estado do Rio.
Segundo as investigações, os deputados recebiam de volta parte dos valores das sobras dos duodécimos repassado para os Fundos Municipais de Saúde de municípios indicados por eles.
Até mesmo o Poder Judiciário pode ter sido utilizado para beneficiar agentes com vantagens indevidas. Um esquema arquitetado por um desembargador do Trabalho beneficiaria organizações sociais do grupo criminoso por meio do pagamento de dívidas trabalhistas judicializadas.