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O corpo de Joana Garcia Campos, a Jojô, de 1 ano e 11 meses, será exumado após uma falha do Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio.
A menina morreu após ser transferida da UPA Pediátrica de São Pedro da Aldeia para o Hospital Pediátrico Lagos (HP Lagos). No entanto, o IML não preservou material necessário para a realização do exame toxicológico, como havia determinado o Ministério Público. O objetivo do teste era identificar quais substâncias foram administradas durante o atendimento inicial na unidade de saúde de São Pedro.
A família acusa negligência no atendimento prestado à criança. Joana, que era indígena Macuxi, de Roraima, passava férias com a família na casa da avó em Unamar.
Em rede social, a mãe da menina, Christinny Garcia, afirmou que a falha do IML se soma a “inúmeros erros desde o início do caso”, mergulhando a família em um cenário de angústia e incerteza.