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O poder de compra dos profissionais da educação da rede estadual foi reduzido pela metade na última década, segundo pesquisa realizada pelo Sepe em parceria com o Dieese.
Em julho de 2014, o salário de um professor I, 16 horas, era suficiente para comprar três cestas básicas e meia. Hoje, garante apenas uma e meia. Já o salário do professor I, 30 horas, que há 11 anos comprava seis cestas e meia, atualmente equivale a pouco mais de três.
Entre os cargos de supervisor, orientador e inspetor (25 horas), a perda também foi significativa: em 2014, os vencimentos compravam cinco cestas e meia; hoje, apenas duas e meia.
Diante desse cenário, a categoria decidiu cobrar do governador Cláudio Castro um reajuste de 53,5%. Uma assembleia realizada no último sábado, no Club Municipal, na Tijuca, marcou a abertura da campanha salarial. Além do reajuste, os profissionais reivindicam a implementação do piso nacional do magistério e a recomposição salarial já acordada entre a Assembleia Legislativa e o governo do Estado.